Com a NF-e Produtor Rural o agronegócio fica mais organizado

 

A tecnologia está transformando a vida do produtor rural em vários aspectos. A digitalização do controle tributário em diversos setores da economia já é uma realidade, com o agronegócio não seria diferente. A NF-e Produtor Rural veio para modernizar e trazer mais assertividade para  as operações comerciais no campo.

A partir de 1º de janeiro de 2020, passa a ser obrigatória a emissão na NF-e Produtor Rural – modelo 55 em todo território nacional. Apesar da exigência só começar no próximo ano, quem deixar para última hora pode ter problemas para escoar a produção. Além disso, a mudança trás benefícios para o produtor, para a Sefaz e para o destinatário (varejistas, atacadistas ou cooperativas).

 

Benefícios da NF-e Produtor Rural:

 

O bloco de notas custa em média R$ 80 e o preenchimento é feito de maneira manual e burocrática. A substituição dos blocos de papel representam economia de tempo e dinheiro. Ou seja, o agricultor passa a ter mais tempo para cuidar da lavoura e menos gastos. Além do mais, a NF-e Produtor Rural  é válida em todo território nacional e possui segurança com a certificação digital da Sefaz.

Para quem recebe os produtos agrícolas as vantagens são a eliminação da digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias e o recebimento do Danfe por email, em tempo real. Já para a Receita Estadual, a NF-e Produtor Rural proporciona racionalização de processos, diminuição de custo de operação, melhora na confiabilidade dos dados, redução da sonegação e aumento da arrecadação, sem afetar a carga tributária.

A emissão da NF-e Produtor Rural representa maior praticidade, rapidez, rigor e segurança para a produção agrícola. No Espírito Santo cerca de 170 mil produtores serão beneficiados. De acordo com dados da Receita Estadual em torno de 20 mil pedidos para emissão de blocos de notas fiscais são feitos por ano, o que representa uma economia considerável de papel e de dinheiro.

 

O que é necessário para fazer a emissão da NF-e Produtor Rural:

 

Primeiramente, é preciso que o produtor rural adquira uma Certificação Digital. Desde 2018 é possível emitir o certificado digital apenas com o CPF, descartando a obrigatoriedade do CPNJ. Esta certificação é uma espécie de assinatura eletrônica, que garante a legitimidade das notas fiscais que o produtor emitir. Também é preciso a autorização da Sefaz.

Além do Certificado Digital, é importante o produtor adquirir um software especializado na emissão da NF-e Produtor Rural. O sistema é interligado na base de dados da Sefaz e transmite simultaneamente os dados para o governo.

Na hora de escolher um emissor é importante levar em consideração a praticidade e o suporte técnico. O Mamute por exemplo, oferece todo apoio para que o produtor emita suas notas com precisão, evitando que a Sefaz rejeite algum documento.

Outra vantagem é a mobilidade. O produtor pode emitir sua nota em qualquer lugar via tablet, smartphone e computador. Além disso, as informações da propriedade rural ficarão armazenadas de forma segura. Além de dar maior segurança à operação de venda com o Mamute o produtor consegue ter acesso em segundos aos relatórios, e consegue melhorar a gestão de sua propriedade.

 

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